Quanto custa viajar para a Copa do Mundo de 2026? Veja estimativas e dicas de planejamento

Planejando ir à Copa de 2026? Confira o levantamento de custos para Estados Unidos, México e Canadá. Dicas de logística, moedas e perfil de consumo para garantir sua viagem.

Abr 20, 2026 - 16:28
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Quanto custa viajar para a Copa do Mundo de 2026? Veja estimativas e dicas de planejamento
A Copa do Mundo de Futebol acontece de 11 de junho e 19 de julho deste ano Foto: Fauzan Saari / Unsplash

A Copa do Mundo FIFA 2026 promete ser histórica dentro e fora de campo. Pela primeira vez com 48 seleções, o torneio será sediado em três países — Estados Unidos, México e Canadá —, impondo um novo desafio logístico e financeiro aos torcedores.

Com expectativa de mais de 70 mil brasileiros viajando para acompanhar a competição, que acontece entre junho e julho, o planejamento antecipado se torna essencial. Um levantamento da Nomad detalha os principais custos e o perfil de consumo dos turistas na América do Norte.

Quanto custa a viagem?

Para uma estadia média de sete dias, os valores variam bastante conforme o estilo de viagem:

  • Estados Unidos:
    Viagens econômicas ficam entre R$ 8 mil e R$ 11 mil;
    roteiros confortáveis variam de R$ 15 mil a R$ 22 mil;
    experiências de luxo partem de R$ 25 mil.
  • México:
    É o destino mais acessível entre os três países-sede;
    viagens econômicas custam entre R$ 7 mil e R$ 9 mil;
    opções confortáveis variam de R$ 12 mil a R$ 16 mil.
  • Canadá:
    Apresenta os custos mais elevados;
    viagens econômicas vão de R$ 10 mil a R$ 13 mil;
    roteiros confortáveis ficam entre R$ 16 mil e R$ 22 mil;
    experiências de luxo podem ultrapassar R$ 40 mil.

Desafio logístico e escolha da base

Devido às grandes distâncias entre as sedes, especialistas recomendam que o torcedor escolha uma cidade-base para acompanhar os jogos. Nos Estados Unidos, por exemplo, as partidas estarão distribuídas entre regiões como Costa Leste (Nova York, Boston, Miami), Costa Oeste (Los Angeles, São Francisco, Seattle) e o eixo central (Dallas, Atlanta, Houston).

Além disso, o viajante terá que lidar com três moedas diferentes: dólar americano, peso mexicano e dólar canadense, o que exige atenção redobrada com câmbio e formas de pagamento.

Como o brasileiro gasta no exterior

O estudo também revelou tendências de consumo dos brasileiros durante viagens internacionais. As compras lideram o número de transações (28,1%), seguidas por gastos em mercados (21,4%), restaurantes (18,2%), lazer (13,9%) e transporte (13%).

Entre os hábitos observados:

  • Uso intenso de transporte por aplicativo, como a Uber;
  • Preferência por lojas de desconto e grandes redes de varejo;
  • Consumo frequente em redes como McDonald's e Starbucks;
  • Busca por experiências turísticas marcantes, como a CN Tower, no Canadá.

No México, destaca-se ainda o uso de dinheiro em espécie em mercados locais, além da popularidade de aplicativos de mobilidade.

Planejamento é essencial

Com um cenário inédito, que envolve longas distâncias, diferentes moedas e alto fluxo de turistas, especialistas recomendam organização antecipada para evitar gastos excessivos. A definição de roteiros, compra de passagens e reserva de hospedagem com antecedência podem fazer diferença significativa no orçamento final.

Mais do que assistir aos jogos, a Copa de 2026 deve se consolidar como uma experiência internacional completa, combinando futebol, turismo e consumo em três países distintos.

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