Quanto custa viajar para a Copa do Mundo de 2026? Veja estimativas e dicas de planejamento
Planejando ir à Copa de 2026? Confira o levantamento de custos para Estados Unidos, México e Canadá. Dicas de logística, moedas e perfil de consumo para garantir sua viagem.
A Copa do Mundo FIFA 2026 promete ser histórica dentro e fora de campo. Pela primeira vez com 48 seleções, o torneio será sediado em três países — Estados Unidos, México e Canadá —, impondo um novo desafio logístico e financeiro aos torcedores.
Com expectativa de mais de 70 mil brasileiros viajando para acompanhar a competição, que acontece entre junho e julho, o planejamento antecipado se torna essencial. Um levantamento da Nomad detalha os principais custos e o perfil de consumo dos turistas na América do Norte.
Quanto custa a viagem?
Para uma estadia média de sete dias, os valores variam bastante conforme o estilo de viagem:
- Estados Unidos:
Viagens econômicas ficam entre R$ 8 mil e R$ 11 mil;
roteiros confortáveis variam de R$ 15 mil a R$ 22 mil;
experiências de luxo partem de R$ 25 mil. - México:
É o destino mais acessível entre os três países-sede;
viagens econômicas custam entre R$ 7 mil e R$ 9 mil;
opções confortáveis variam de R$ 12 mil a R$ 16 mil. - Canadá:
Apresenta os custos mais elevados;
viagens econômicas vão de R$ 10 mil a R$ 13 mil;
roteiros confortáveis ficam entre R$ 16 mil e R$ 22 mil;
experiências de luxo podem ultrapassar R$ 40 mil.
Desafio logístico e escolha da base
Devido às grandes distâncias entre as sedes, especialistas recomendam que o torcedor escolha uma cidade-base para acompanhar os jogos. Nos Estados Unidos, por exemplo, as partidas estarão distribuídas entre regiões como Costa Leste (Nova York, Boston, Miami), Costa Oeste (Los Angeles, São Francisco, Seattle) e o eixo central (Dallas, Atlanta, Houston).
Além disso, o viajante terá que lidar com três moedas diferentes: dólar americano, peso mexicano e dólar canadense, o que exige atenção redobrada com câmbio e formas de pagamento.
Como o brasileiro gasta no exterior
O estudo também revelou tendências de consumo dos brasileiros durante viagens internacionais. As compras lideram o número de transações (28,1%), seguidas por gastos em mercados (21,4%), restaurantes (18,2%), lazer (13,9%) e transporte (13%).
Entre os hábitos observados:
- Uso intenso de transporte por aplicativo, como a Uber;
- Preferência por lojas de desconto e grandes redes de varejo;
- Consumo frequente em redes como McDonald's e Starbucks;
- Busca por experiências turísticas marcantes, como a CN Tower, no Canadá.
No México, destaca-se ainda o uso de dinheiro em espécie em mercados locais, além da popularidade de aplicativos de mobilidade.
Planejamento é essencial
Com um cenário inédito, que envolve longas distâncias, diferentes moedas e alto fluxo de turistas, especialistas recomendam organização antecipada para evitar gastos excessivos. A definição de roteiros, compra de passagens e reserva de hospedagem com antecedência podem fazer diferença significativa no orçamento final.
Mais do que assistir aos jogos, a Copa de 2026 deve se consolidar como uma experiência internacional completa, combinando futebol, turismo e consumo em três países distintos.
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