O documentário “Azulão da Mantiqueira”, que conta a trajetória do Rio Branco de Andradas, terá sua estreia oficial no próximo domingo, 22 de junho, no Teatro Municipal Stivanin Giuseppe. O longa-metragem resgata a história de um dos clubes mais importantes do Sul de Minas e um dos maiores símbolos esportivos de Andradas.
Produzido pela Arteriall Filmes, o filme narra desde a fundação do clube, em 1948, ainda no futebol amador, até os anos de glória no cenário profissional, com destaque nas décadas de 1990 e 2000, e também aborda o encerramento das atividades que deixou saudades nas arquibancadas do Estádio JK.
“Era mais que um time, era um amor de toda uma cidade. O Rio Branco escreveu sua história entre vitórias, lágrimas e cantos que ecoam até hoje”, destacam os produtores.
A estreia contará com duas sessões gratuitas:
Com 1h10 de duração, o documentário tem apoio da Icasa, realização da Prefeitura Municipal de Andradas e do Ministério da Cultura, por meio da Lei Paulo Gustavo.
Um marco na história do esporte de Andradas
O Rio Branco Futebol Clube foi fundado em 13 de junho de 1948 por um grupo de jovens apaixonados por futebol: Sinésio Teodoro, Venício Almeida, Pedro Delavia, Sebastião Teodoro Rosa e Luiz de Almeida Lino. O primeiro jogo foi realizado no mesmo dia da fundação, no campo da Vila Caldas, hoje local do Estádio JK, com vitória do time andradense por 4 a 2 sobre a equipe do distrito de Gramínea.
Sob o comando de Pedro Delavia, a primeira escalação do clube entrou para a história com os nomes de Modesto, Walter Bacalhau, Venício, Sinésio Cabeção, Fio Tolosso, Antônio Buzato, Armandinho Canela Roxa, Bolinha, Ari, Luiz Lino e Caetano Staut.
O filme celebra não apenas um time, mas uma paixão que atravessa gerações e que segue viva na memória dos andradenses.