Briga em confraternização que terminou com morte do patrão. Entenda o caso de 2024 que será reaberto pela família da vítima
Funcionário que matou o patrão Kerli Fabrício em confraternização de fim de ano em Cláudio (MG) foi absolvido em 1ª instância. A família continua a recorrer da decisão.
O empresário Kerli Fabrício morreu após ser esfaqueado durante uma confraternização de fim de ano da empresa Metal Polo Aramados e Montagem, em 21 de dezembro de 2024, na cidade de Cláudio (MG). O autor das facadas foi o funcionário Eliandro Bastos, de 37 anos, que acabou absolvido em 1ª instância em setembro de 2025, decisão que ainda é alvo de recurso da família da vítima.
Segundo a Polícia Militar, a discussão começou após Kerli informar a Eliandro que ele seria demitido por ser um funcionário “muito caro”. Durante o conflito, Eliandro quebrou uma garrafa de vinho, foi repreendido e teria sido impedido de sair da empresa, com o portão trancado. A briga continuou do lado de fora, onde Eliandro pegou uma faca e atingiu o empresário três vezes. Kerli morreu após ser levado ao pronto atendimento.
Após o crime, Eliandro deixou o local, pediu que o irmão acionasse a polícia e se entregou. Ele foi preso preventivamente, mas teve a prisão revogada no fim de dezembro de 2024, com parecer favorável do Ministério Público.
A Polícia Civil indiciou Eliandro por homicídio qualificado por motivo fútil, mas a defesa sustentou legítima defesa, alegando que ele foi perseguido, agredido e reagiu sem intenção de matar.
O processo corre em segredo de justiça. Na sentença de primeiro grau, o juiz teria acolhido a tese da defesa e absolvido o réu. A família da vítima recorreu, e o caso agora será analisado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).
Notícia em atualização *
Fonte: G1
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