Ginasta brasileira cria elemento inédito e entra para a história da modalidade

História em Osijek! Gabriela Barbosa, de 18 anos, cria movimento inédito nas barras assimétricas e entra para o Código de Pontuação da Ginástica. Veja os detalhes do "Barbosa" e o recorde brasileiro na modalidade.

Abr 9, 2026 - 14:39
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Ginasta brasileira cria elemento inédito e entra para a história da modalidade
Gabriela Barbosa — Foto: Trofeu Jesolo

A ginasta brasileira Gabriela Barbosa, de apenas 18 anos, entrou para a história da ginástica artística ao apresentar um elemento inédito nas barras assimétricas durante a etapa da Copa do Mundo disputada em Osijek. O movimento, que ainda será oficialmente homologado pela Federação Internacional de Ginástica, passará a levar o sobrenome da atleta: “Barbosa”.

A nova saída consiste em um mortal carpado com meia volta executado a partir de um giro stalder — combinação inédita na modalidade. O elemento recebeu valor “C” de dificuldade, equivalente a 0,3 pontos no código de pontuação da ginástica artística.

Com a conquista, Gabriela se torna a primeira brasileira a criar um movimento nas barras assimétricas em competições internacionais, ampliando a presença do país entre os nomes que integram o código oficial da modalidade. Agora, o Brasil passa a ter representantes com elementos próprios em todos os aparelhos femininos.

A jovem atleta se junta a um seleto grupo de ginastas brasileiros que já tiveram movimentos batizados em sua homenagem, como Daiane dos Santos, referência histórica no solo, além de Arthur Zanetti, Diego Hypolito e Sérgio Sasaki, entre outros.

Apesar do feito inédito, Gabriela Barbosa não conseguiu avançar à final da competição. A ginasta cometeu falhas na execução de sua série e terminou a classificatória com 12,233 pontos, ficando fora do grupo das oito melhores. Ainda assim, o desempenho não diminui a relevância histórica do movimento apresentado.

Integrante da seleção brasileira adulta desde 2024, Gabriela disputa sua segunda temporada em etapas de Copa do Mundo. Em 2025, ela já havia conquistado duas medalhas de prata na etapa de Koper, consolidando-se como uma das promessas da nova geração da ginástica brasileira.

A atleta volta a competir na sequência da etapa croata, participando das provas de trave e solo, ao lado de outras representantes do Brasil, em busca de novos resultados expressivos.

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